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      " Não teve resposta. Miss Polly seguiu na frente, muito tesa. Sentia-se desarmada. Era a terceira vez, desde a chegada da menina, que lhe infligia uma punição, e de todas Pollyanna transformara o castigo numa excepcional e preciosa recompensa. Isso punha a grande dama completamente desnorteada e sem saber como agir." Trecho do Clássico Pollyanna, de Eleanor H. Porter. Tradução de Monteiro Lobato. Quando terminei de ler este capítulo, Luiza e Mariana já dormiam. Ághata Estrela, a felina, completava o trio de corações. Que fora sabem sem saber que dão forma de riso dentro do meu.  Nunca tive muito o que queria. Recordo que a primeira vez que abri este livro ainda menina me abracei nesta ideia como se ela de alguma forma me confortasse a falta de amor, carinho e compreensão.   Hoje sei que tudo vai mais do que volta. Ficando também  o cinza de acostumar com o não sem perder  a direção, o sentido e o ato de Amor.     Quase todas às ve...
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Vladislava De repente mesmo a vida hoje tão indevida  Acerta e acha Vladislava  que sabe esconder a face Mas não o coração                  Vladislava Tu deves ser das oitavas bem acima Que pra me confundir Teima em finges não existir... Susana Raposo Foto: Shutterstock/João Bidu
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 Oi... Para quem está aí. Quem lê e assim como eu se repete por dentro Eu vou vencer Eu vou vencer... Maiiiissss, sim errado, mas. Mas é tanta intensidade que amena. O que vencer, em que vencer, de quem vencer? vencer o quê? E o que quer que venha ser. Seja. É. Viver. Viver é. Nada além daquela sensação que passamos no primeiro ar que rompeu o pulmão. Ah... Nem todo choro é bom, mas tão pouco ruim. Acho a palavra Lágrima tão preciosa. E entre contas, cadernos e fantasmas... É exatamente ela que eu guardo. É uma sensação esquisita de paz, de amores, amoras, dores, e tudo não passa de ser para se tornar. Tornado. Vulcão. Susana Raposo
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  Alma gêmea não é espelho é outra alma Espelhar o Céu, coisas que boas almas fazem,  Neste lugar manto de todos nós  nos elevamos, sem darmos conta  que tanto cobre como  envolve fere dentro de nós sua lança.  o agente dança  a gente dança.                   É inferno   Este lugar que nos afasta de nós e está em nós Talvez por isso, sem dúvida ou sombra o Céu me provoca todos os dias Viu?        Meu degradê Viu?       Meus curiosos beija-flores estranhando suas esquisitices sanas!? E tão belo Sândalo que Samba...Samba...Samba... Soube a pouco, ao terminar este poema, que Glória Maria, Jornalista. A grande jornalista do Brasil, nos deixou. E portanto, seja esta minha homenagem a ela, fica sendo este samba dentro de nós. EsTe Perfume.  "A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito. Amém."               ...
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      Janeiro começou especial. Estava andando e surge um aroma. Ao olhar chamejou uma estupenda flor. Passiflora alata. Os povos da Amazônia se referem a ela como Estrela Vermelha.  Amiga do maracujá, olha só, termina com já! O raro instante precisa ser vivido o perfume sentido. Susana Raposo ✨🌹✨
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Queria perguntar para Deus... Como é que se paga contas com palavras bonitas e borboletas? E por que me preocupo com isso, se no final sempre estão pagas. A quem devo? Por que sinto que me querem de graça e com muita graça sem graça para rirem. Que riso é esse?  Por que minha tristeza é como violino? E minha vida tão importante...  Que até mariposas, dentes-de-leão, moscas e margaridas sempre me encontram, apesar de tudo. Queria não querer saber das coisas deste mundo. Ele é espelho de quê? Por que tem tanta gente torcendo contra, fingindo que é a favor? Me deixem! Já entendi; Onde as plantas dos meus pés podem encontrar chão. Onde meus olhos podem rir em pausas de violão... Sem violar nada. Onde tenho que empregar meu Tempo.  Empregar meu gosto E meu salário de viver.  Susana Raposo
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Um dia aprendi que um anel que se perdeu no mar não se pode mais encontrar... Recentemente perdi um Anel. Um anel prata trabalhado de renda, de muito valor sentimental. Ele já fazia parte de mim, tanto que não percebi quando ele caiu... Aí a memória vai revisitando todas as possibilidades, pode ter sido no parque, Ah! Não. Claro, está nos lugares de sempre. Às vezes o tiro para lavar louça, fazer comida... Não. Ah! Caiu embaixo do armário. Na pia? Fui ao banheiro, no quarto e as prateleiras não o receberam, nem as caixinhas... E me dei conta que desta vez foi sério, eu nunca mais vou ver meu anel. E um som de brilho de estrelas e sinos me fizeram lembrar...Eu batia palmas quando ele saiu do meu dedo, aquele barulho que ouvi e me chamou atenção, mas nem olhei pro chão, era ele sendo o que sempre foi. Um objeto, que embora carregado de valores não era meu corpo naquele instante em que eu agradecia por viver grata a cantar na missa. O padre soube. Disse que nunca aconteceu de saber que al...